SINDICATO  DOS  GUARDAS  CIVIS  METROPOLITANOS  DE  SÃO  PAULO
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Governo - 02/05/2017 00:00:00

REFORMA DA PREVIDÊNCIA - RESUMO DA LUTA EM BRASÍLIA

Lutando para tentar corrigir a imensa injustiça que foi imposta as Guardas Municipais pelo Deputado Federal pelo Estado da Bahia Arthur Maia, a Diretoria do SINDGUARDAS-SP, juntamente com lideranças sindicais de Curitiba, Limeira, o Ex-comandante da GCM Menezes e GCM Oséias de São Bernardo do Campo permaneceram em Brasília durante a última semana realizando o trabalho de convencimento dos parlamentares sobre a realidade das Guardas Municipais.

Como deve ser de conhecimento de todos, o Deputado Federal Arthur Maia, eleito pelos cidadãos da Bahia, NÃO CONSIDERA que as Guardas Municipais exerçam atividades policiais, e, nesse sentido, NÃO SÃO MERECEDORES de tratamento diferenciado na maléfica reforma da previdência que tramita naquela casa legislativa.
 
Assim como o Governo Federal, o Deputado mantem um posição intransigente em relação a qualquer alteração no texto da PEC 287, do qual é o relator.

Diante de tal posicionamento, as entidades, entre os dias 24 a 27 de abril, foram para o corpo a corpo com os vários Deputados, entre eles os grandes amigos das Guardas Municipais Lincoln Portela e Arnaldo Faria de Sá, que compreenderam a situação de injustiça para com as Guardas Municipais, sem falar nos agentes penitenciários que igualmente estão sendo penalizados por aquele Deputado. 

Como a PEC (projeto de emenda constitucional) 287 ainda está na comissão especial, na qual o Senhor Arthur Maia é o relator, e como dito anteriormente está intransigente em aceitar quaisquer modificações, a saída a ser adotada na Câmara dos Deputados será trabalharmos para a inserção de um texto substitutivo, o qual será apresentado em plenário por algum dos Deputados que deu apoio a nossa causa.

Mas esse trabalho ainda esta no inicio, pois a Câmara dos deputados é composta de 513 membros, que precisamos trabalhar insistentemente no convencimento de que as Guardas Municipais exercem as mesmas atividades de risco dos demais órgãos de segurança pública e merecemos ter o mesmo tratamento previdenciário.

A PEC ainda passará por 6 votações: Primeiro será votada na Comissão Especial, cujo relator é o Deputado Arthur Maia; depois, será votada em dois turnos na Câmara dos Deputados; depois segue para o Senado Federal, onde passará por votação em uma Comissão Especial que será lá constituída; e finalmente, dois turnos de votação no Senado Federal.

Caso não surta os efeitos esperados na Câmara dos Deputados, será necessário realizar o mesmo trabalho no Senado Federal, e, nesse momento tenebroso que estamos vivenciando, temos de manter foco e união em torno das entidades legalmente capacitadas . 

Contudo, é bastante custosa a permanência da equipe em Brasília para realizar essa demanda, e a única maneira de mantê-la é fortalecendo os Sindicatos de Guardas Municipais, por meio de filiações, pois além de ser fonte de custeio, as filiações demonstram aos Deputados um relevante número de votos, e isto pode mudar suas “convicções políticas”, para então atenderem nossa necessidade de alterar esse texto prejudicial as Guardas Municipais.

 
                     SINDGUARDAS-SP TRABALHANDO PARA VOCÊ!


Fonte: SINDGUARDAS-SP
Comentários
  • 22/05/2017
    Luiz carlis
    Bom dia
    Vamos fazer o seguinte: mostra pra esse idiota os Gurdas tombados em cumprimento do dever.
  • 05/05/2017
    Ramalho Polícia Municipal
    Olha só o comentário do Luiz Antonio. Meu caro colega, nada se consegue com o conformismo. É preciso lutar sim, pois nada cai do ceu não, meu amigo. também tenho raiva da maneira que somos tratados, mas vale a pena lutar. Já estive em brasilia brigando por direitos e jamais vou encostar minha viatura e cruzar os braços. devo me aposentar até o final do ano, mas desistir de ser reconhecido, está fora dos meus planos.Se o nobre colega quer jogar a toalha, dá QTA e encerra o B.O.
  • 03/05/2017
    LUIZ ANTONIO TAVARES DA SILVA
    Assim como o relator da Reforma da Previdência, não reconhece nas Guardas Municipais, um trabalho policial, não dando direito a aposentadoria diferenciada, opinião seguida por outros políticos, delegados, juízes, governantes e parte da população, e apesar de tudo que temos feito, muitos só criticarem o nosso trabalho. Devemos a partir de então, na minha opinião, agir como nos consideram e desejam, ou seja, apenas vigilantes patrimoniais da prefeitura, o que somos.

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