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gcm hudson - roger.hamorim@ig.com.br Postado quinta-feira, 28 de maio de 2009
Os direitos humanos conquistaram vitórias importantes no País nos últimos meses. Apesar disso, para a Anistia Internacional, interesses políticos e econômicos impediram que o Brasil avançasse em áreas fundamentais, como a de segurança pública. Temos números de homicídios que equivalem a países em situação de conflito. A segurança pública é o pior problema do País no momento, afirma Tim Cahill, representante da Anistia Internacional para o Brasil.
Veja na íntegra o relatório da Anistia Internacional sobre o Brasil
Anistia quer novo modelo para superar crise de direitos humanos
Blog do Sakamoto: Tortura é instrumento policial corriqueiro, diz AI
De acordo com relatório da Anistia Internacional, divulgado nesta quinta-feira, comunidades urbanas mais pobres permaneceram sem acesso aos serviços necessários, enquanto na zona rural trabalhadores sem terras e índios são intimidados e ameaçados com violência e expulsões. A violência está custando os direitos econômicos, sociais e culturais de milhares de brasileiros, diz Cahill.
A Anistia Internacional afirma que o sistema de justiça criminal brasileiro continuou a se caracterizar por negligência, discriminação e corrupção. Para a AI, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do governo federal, que visa a prevenção do crime por meio da inclusão social nos centros urbanos, apresentou poucos avanços já que poucos Estados mostraram propostas que merecessem ser financiadas. Já vemos uma intenção de mudança, mas precisamos que o Pronasci seja uma política séria de reforma a longo prazo, acrescenta.
Sistema carcerário: símbolo dos problemas
Segundo a Anistia, a tortura e o espancamento ainda são práticas comuns adotadas por agentes policiais. O relatório cita casos de diversas partes do País, como no Piauí em que dois jovens suspeitos de roubo teriam sido espancados nos genitais e nas costas por policiais militares.
No Instituto Penal Paulo Sarasate, em Fortaleza, no Ceará, a Anistia afirma que três prisioneiros foram encontrados mortos a facadas em setembro de 2008. Em novembro passado, outros dois presos foram queimados vivos no mesmo local. O número de presidiários mortos nessa penitenciária, em 2008, chegou a 18, diz o relatório.
E não é apenas sobre detentos que há denúncias. São frequentes as acusações de torturas contra adolescentes apreendidos. O relatório cita o complexo da Fundação Casa (antiga Febém), de Franco da Rocha, em São Paulo, onde em julho de 2008 os detentos denunciaram que, depois de ter ocorrido um tumulto, foram trancados em suas celas e espancados com cassetetes, cabos de madeira e barras de ferro.
O sistema carcerário é o símbolo dos problemas que o Brasil enfrenta, afirma Cahill, acrescentando que por causa da elevada violência, muitas vezes a população acha que práticas violentas contra presos são justificáveis.
Segundo ele, um dos sistemas mais problemáticos é o do Espírito Santo, onde há denúncias de presos esquartejados por outros companheiros de cela. As cadeias estão jogadas nas mãos dos próprios presos e agentes penitenciários não têm apoio pra trabalhar neste sistema falido, critica.
São Paulo
Em São Paulo, a Anistia informa que apesar da redução na quantidade de homicídios, houve aumento no número de mortos por policiais militares. Enquanto de janeiro a setembro de 2008 a polícia matou 353 pessoas. No mesmo período de 2007, foram 325 mortes.
Cada Estado tem as suas peculiaridades, que representam as mesmas práticas erradas, afirma Cahill, citando a Operação Saturação, realizada em fevereiro na favela de Paraisópolis, zona oeste da capital. Eles entram na comunidade e saem deixando-a na mesma situação, considera.
Rio de Janeiro
evandro ir rep/25 - faier.cox@hotmail.com Postado terça-feira, 26 de maio de 2009
Assisti a entrevista do nosso secretario e fico chateado (forma educada de dizer) com o que vi,quando a reporter lhe questina sobre as reinvindicações da categoria ele mida completamente de assunto e não responde a questão.
O salario inicial de um gcm 3 classe é 533,00 o minimo ja esta em 530,00 sera que ele acha isso justo.
No diario oficial o que se ver é exoneração a pedido todos os dias,será que estão querendo exterminar nossa categoria.
que Deus nos de forças para aguentar essa situação..
gilmar - gteixeira3712@itelefonica.com.br Postado terça-feira, 26 de maio de 2009
gostei do novo visual,Parabens. Gostaria de saber do sindicato,com referencia ao RETP.Priculosidade,insalubridade,trabalho noturno,se da direito a aposentadoria Especial,como devo fazer para saber.
Wagner Freire Valente - wagnerfvalente@hotmail.com Postado segunda-feira, 25 de maio de 2009
Muito boa essa nova enquete, O QUE VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A FAZER PARA RECEBER UM SALÁRIO MAIOR ?. Gostaria de pedir para quem tem esperança que a GCM vai melhorar, ao menos um pouco, que não dê ouvidos para pessoas que são o pessimismo encarnado. Abraços.
GCM Duarte - IR-Bom Retiro - duarte-adriano@hotmail.com Postado sábado, 23 de maio de 2009
Olá colegas! Convido a todos a visitarem o meu blog, que trata de assuntos referentes as Guardas Municipais, em especial a Guarda Civil Metropolitana. O objetivo do blog, que possui caráter informativo não é de depreciar, mas sim levantar a nossa gloriosa corporação mostrando tudo aquilo de bom que é feito em prol da segurança da população. O endereço é: http://blogdogcmduarte.blogspot.com
Lucimara Couto Araújo - lucimaragcm@bol.com.br Postado sexta-feira, 22 de maio de 2009
Olá amigos, sofri um acidente de trânsito no último dia 12/05/09 e tive de pronto o atendimento e a solidariedade do Sindguardas na pessoa do Lino e da Claudete que prontamente vieram a minha residência, o que me fez sentir confiança e tranquilidade nesta nova gestão que se preocupa com o ser humano fanzendo com que eu me sentisse importante e não só um número a mais na categoria GCM. Obrigada a todos do Sindguardase contem sempre comigo. Carinhosamente GCMF Lucimara Couto.